Empoderamento feminino

Verde e laranja

Naquele reino, havia uma rainha doce, gentil e extremamente inteligente; embora fosse vista como cruel por muitos, mas não por seus súditos. Todos sabiam como o local crescia próspero e forte. A qualidade de vida era boa e tudo era pacífico, até mesmo as terras conquistadas mantinham uma relação consideravelmente melhor com Virídia do que se era de costume. Ah, o costume! O motivo pelo qual tantos outros reinos pensavam que a terra de mares verdes como esmeraldas era amaldiçoada.

Não era costume uma mulher governar, e isso incomodava a realeza de outras nações. O que esses líderes jamais admitiriam, era que estavam tomados pela cólera causada pela inveja. Se perguntavam como ela conseguia reger de forma tão excelente, algo inaceitável aos olhos dos mesmos. Juntos, espalharam mentiras sobre a majestade, transformando-a em bruxa para os seus. O mais forte deles, Aurastor que gorvenava Aurantiacam, estava completamente cego de orgulho. Jamais passara por sua cabeça oca e coroada que talvez um dia pudesse precisar de ajuda do “Reino das Trevas”. Até que esse dia chegou.

Afetado pela perca de grande parte de seus minérios, ele fora largado por seus maiores aliados e o reino entrou em declínio. Ao pedir ajuda dos outros foi feito de chacota, humilhado e excluído. Afinal, era bom para os outros senhores que o império das pedras de fogo caísse, significava que tinham um concorrente a menos. “Peça ajuda para a bruxa”, foi o que lhe disseram em tom de deboche. Então, uma ideia louca passou por sua cabeça: ele realmente poderia pedir ajuda de Virídia, acreditava que mulheres são tão ingênuas que, se ele desenvolvesse um pouco mais seu plano, poderia ter todo o reino para si. Pedir o apoio de lá foi a melhor decisão que conseguiu tomar, embora as coisas não fossem sair exatamente como ele queria.

Seus conselheiros acharam a ideia um completo absurdo, era como admitir que ela era melhor, todavia, ouviram o rei e mandaram cinco representantes ao litoral. Quando estes voltaram, informaram que Aurastor deveria ir pois a rainha conversaria apenas com ele. Sendo obrigado, assim o fez. Após dias, ele chegou ao seu destino.

O caminho até o castelo foi cheio de surpresas. Apesar de saber que os boatos não eram verdade, ele não imaginava que Virídia era tão magnífica. As cores predominantes eram branco e verde que se mostravam tanto na arquitetura quanto nas diversas plantas que se via, havia um grande mercado com os mais variados e frescos alimentos e comércios que prestavam todo tipo de serviço. As pessoas usavam roupas de cores claras, suas feições eram alegres e todos eram cordiais e hospitaleiros. Sua ganância e desejo aumentaram, a cada instante que passava ele queria mais e mais aquelas terras para si.

Chegando no castelo, ele e seus companheiros atravessaram um lindo jardim com fontes onde pássaros se banhavam e o reflexo da luz criava belos arco-íris. No salão, a rainha já os esperava em seu trono dourado. Aurastor os apresentou:

-Sou Aurastor, rei de Aurantiacam. Esses são meus companheiros de viagem. Vim me apresentar conforme desejou, majestade- finalizou com uma breve reverência.

-O que desejas?- sua voz saía alta o suficiente para todos ouvirem, sem embargo, era calma e serena.

-Gostaria de sua ajuda, senhora. Meu reino foi saqueado pelos covardes das montanhas, preciso de reforço militar para reconquistar o que é meu- a mulher sorriu como se fosse uma ideia boba. Apenas agora que o soberano tinha reparado na mesma. Seus olhos eram verdes como as pedras que enfeitavam sua coroa e como o tecido que fazia seu vestido, o rosto era salpicado de sardas e seu cabelo caía por seus ombros como uma cascata de cobre. Sua postura era séria, porém a mão direita levantada dando apoio a cabeça e o sorriso brincalhão da mesma apareceram após ouvir o homem.

-O senhor já parte para a guerra?- disse com o tom brincalhão, como se debochasse com gentileza- tenho pena de seus homens. Como se comunica com eles se não sabe conversar? Nem sempre a solução vem com a violência.

-Me desculpe, senhora, mas não creio que eles me devolverão o que roubaram de mim.

-E aquilo era realmente seu? Todo aquele ouro, aquela prata, até suas famosas pedras de fogo, eram realmente suas?

-Não entendo o que quer dizer- disse, já não estava gostando de onde aquilo iria chegar- sou apenas um rei preocupado com seu povo, você sabe quem eu sou. Já me apresentei- ela deu uma risadinha baixa.

-É verdade- concordou, e então desviou os olhos para o teto abobadado- mesmo que seja pacialmente verdade. Bem, ainda não me apresentei. Sou Ginevra. Agora, responda minha pergunta.

Relutante, ele respondeu:

-Não, senhora. São do meu povo.

-Muito nobre de sua parte. Você quer o tesouro do seu povo porque se importa com ele, é o que diz. E precisa de minha ajuda para isso. Eu estou disposta a lhe conceder a mesma, desde que me prometa que vai confiar em mim e meus homens.

Depois de assinar uma papelada de documentos para garantir que sua palavra era verdadeira, ele foi levado por Ginevra para uma sala com diversos livros onde os coselheiros de Virídia e eles conversariam sobre o que fazer com relação a situação de Aurastor. Optaram por tentar conversar com os mesmos e foi o que tentaram. Resultou em dois diplomatas feridos, um de viridiense e outro aurantiano. Não repetiram a dose, planejaram de forma detalhista o ataque ao Forte da Montanha.

Houve uma breve batalha, quando perceberam que logo iriam perder, os homens da montanha logo devolveram o que pegaram e se renderam. Ginevra não teria como saber, mas essa não seria a pior parte do dia.

Na volta para Virídia, Aurastor atraiu a rainha para longe e se voltou contra ela. Ela estava decepcionada, desapontada. Ele achava engraçado e falou:

-”O senhor já parte para a guerra?” Haha! Mulheres são realmente tolas, nunca deveriam ter deixado um reino inteiro sob seu controle. Agora, ele pertencerá a mim. Quanto a você, tem duas opções: se renda e eu a deixarei viver, tente lutar e eu a matarei. Direi ao povo qualquer mentira, eles são burros como você e acreditarão.

-Não sou tola por acreditar em você, sou humana. Meu povo foi gentil e amistoso ao acolher sua causa, mas sua ambição será sua ruína. Lute comigo se tiver honra, garanto que irá implorar por sua vida.

E assim travaram uma luta de espadas com muitos golpes e cortes. Ele estava em uma situação horrível, estava claro que ela o derrotaria. Todavia, ele jamais perdera para um homem e sua derrota com certeza não seria causada por uma mulher. Não desistiria enquanto ela não estivesse morta.

Ela já estava se cansado e ele percebia isso, momento propício para dar seu golpe final. Ela no entanto foi mais rápida, bateu em seu braço mandando aquela espada para longe. Ela o imobilizou rapidamente.

-Admita sua derrota, peça desculpas e eu lhe deixarei ir.

-Nem morto!- ele gritou e, com um movimento rápido, inverteu as posições. O grito no entanto atraiu atenção dos guardas viridienses que, ao ver a cena, desarmaram os aurantianos e começaram a jogar o tesouro de cima da montanha.

Aurastor ficou irado, mais cego pela fúria do que já era antes. As moedas refletidas na luz do sol poentes eram hipnotizantes e, em um impulso de loucura, ele pulou para junto do ouro. Assim, concretizou o que Ginevra dissera.

O episódio foi narrado muitas e muitas vezes posteriormente. A história do rei que fora morto por sua ganância virou lenda, sendo contada para as crianças antes de dormir. Aurantiacam se tornou parte de Virídia, que fez o reino crescer ainda mais. Ginevra continuou sendo a grande líder para seu povo, governando sempre no caminho da justiça e da sabedoria.

Texto escrito pela aluna: V.B.C.M. 9.B

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Empresa de produtos alimentícios -Nestlé

Boa Vista – RR, 11 de maio de 2020

Assunto: Carta de reclamação – produtos estragados.

Estimada empresa Nestlé,

Olá! Meu nome é Ana Flávia e eu tenho 11 anos.

    Gosto muito de seus produtos, especialmente do Nescau, mas não vim falar sobre ele, e sim sobre sua caixa de chocolates.

    Recentemente, minha mãe comprou uma caixa de bombons Nestlé com validade para setembro deste ano. Porém, quando comi um, passei mal na hora. Fui olhar a embalagem do bombom e lá estava dizendo que havia vencido em março; olhei os outros chocolates e eles também tinham datas de validade anteriores à setembro. Não estou dizendo que irei parar de comprar seus produtos, mas peço que tenham mais cuidado. Felizmente estou bem, mas outra pessoa poderia ter sofrido com infecção intestinal, então, por favor, tenham mais atenção! 

Desde já agradeço sua atenção!

Ana Flávia de Sousa Schreiner, 6º ano A.

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Que gênero textual é este?

HP Equipamentos eletrônicos – HP impressora.

Boa Vista, Roraima- RR, 10 de março de 2020.


ASSUNTO: Carta de reclamação – Produto com falta de peças.


Estimada Grande Empresa HP,

Olá, meu nome é Ana Carolina, tenho 11 anos e minha mãe me ajudou a escrever esta carta.
Eu gosto muito da marca HP, mas ficamos decepcionadas quando compramos uma impressora e disseram que o cabo que conecta no computador não acompanhava o produto, fazendo com que comprássemos o cabo em outra loja. Compramos a impressora fora do meu estado, foi em Manaus e quando chegamos na nossa casa ao abrirmos a embalagem, para nossa surpresa verificamos que estava sem os cartuchos de tinta. Neste período de ano letivo intenso, isto causou uma grande dor de cabeça, pois tenho muitas atividades para imprimir.

Isso pode ter sido um erro no lote, espero que corrijam esse erro, colocando os cartuchos de tinta e que o cabo venha de fábrica junto com o produto.

Obrigada pela atenção.


Ana Carolina Grangeiro Gomes Kovalski, 6º A.

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Empoderamento feminino

“A mulher guerreira”

“A mulher guerreira”Desde sempre, e mais notoriamente na minha vida adulta, alguns elogios de amigos e amigas sempre se destacaram por sua recorrência: “Bia, você é uma mulher batalhadora”. “Admiro muito a sua responsabilidade e disciplina”. “Você é uma guerreira”. “Você é uma verdadeira mulher alfa”. E muitos outros seguindo essa linha de pensamento.

Todos esses predicados eu ouvi com muita admiração por mim mesma e pela minha história. Pelas escolhas que fiz e pelas decisões que tomei. Pelos aprendizados após os erros e pela auto-compaixão que sentia mesmo quando eu não aprendia de primeira. Guardei com muito carinho todas as boas lições e aconselhamentos que recebi em minha vida –muitos vindos do meu irmão do meio –e segui a minha trajetória, sempre procurando empregar o melhor de mim no que eu fizesse.

Cresci profissionalmente e me destaquei academicamente. Conquistei uma vida singular –basicamente vindo da palavra single, que é solteira, em inglês –e aprendi a me virar muito bem dentro do meu apartamento. Aprendi a matar baratas (coisa que eu odeio fazer e se tiver algum amigo por perto, com certeza irei pedir a ele), a trocar lâmpadas e a consertar sozinha a válvula de descarga do vaso sanitário (viva o Youtube!). Carrego minhas compras extremamente pesadas no caminho a pé do supermercado até o meu prédio, me surpreendendo com a capacidade muscular que existe nesses meus 48 quilos. Busquei desenvolver a competência de levar o meu carro ao mecânico e não ser ludibriada por termos técnicos e procedimentos complexos (agradeço aos homens da minha vida por me ensinarem tudo o que eu sei nessa área). Soube buscar os mecanismos necessários para garantir segurança e praticidade na minha vida. E aprendi a cuidar do meu cantinho: cozinhar (que modéstia à parte eu faço bem), lavar, passar e até a faxinar a casa.

Tive relacionamentos bons e alguns que não fizeram o menor sentido e que eu me questiono, hoje , como que eles aconteceram. E eu, honestamente, acredito que deva ser algo um tanto difícil se relacionar com uma mulher que não precisa de um homem para praticamente nada. Ainda mais uma que vem acompanhada por manias, opiniões fortes, preferências bem delimitadas e um senso muito bem definido de quem ela é e o que ela quer para a sua vida.

V.L.S.9

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Josy, uma valente mulher

Era uma vez, uma mulher chamada Josy, que não temia nada. Tinha coragem para falar fortemente com homens sem temê-los, se um homem aumentasse seu tom de voz diante de Josy, ela o daria por cima com respostas bem afiadas que o faria repensar seus atos e permanecer em silêncio. Defendia aqueles que não tinham voz e eram justos, aquela mulher ia a luta, porém, em vez armadura e espada, Josy usava sapatos de salto scarpin, calças de alfaiataria e camisetas de mangas e gola baixa. Trabalhava em uma empresa de rede elétrica em sua cidade que até então, estava sendo criticada por toda a população pelos rumos que a empresa estava tomando, tendo que cobrar muito mais nas contas de energia das pessoas do que em média é cobrado. Isso está acontecendo porque a empresa está em crise porque seu cofre mais precioso e secreto foi roubado, sem garantias para pegar um empréstimo tiveram que recorrer ao povo, o que não lhes agradou tanto e gerou uma grande discussão. Mas a pergunta que fica é: Quem poderia ter assaltado o cofre mais seguro de toda a região?

Tem pessoas que já teorizam que foi apenas uma tática da empresa de arrancar mais dinheiro das pessoas, já outros pensam que foi apenas uma má sorte na segurança do cofre no momento, outros ainda pensam que isso foi mais um assalto planejado pelos interpretes do seriado de TV La Casa de Papel. Mas tem uma pessoa que pensa diferente de todos e fará de tudo para resolver esse caso quanto antes possível, essa pessoa é Josy.

Josy tem um senso de justiça inigualável, que assim que sente que alguém está sendo julgado injustamente, ela vai lá e defende essa pessoa com unhas e dentes, Josy também sabe quando uma pessoa está falando a verdade. Portanto, assim que soube do assalto ao cofre ela se prontificou para investigar essa situação antes de levarem o caso para a polícia que, por falta de informações provavelmente findaria em um arquivamento do caso, mas Josy não se sentiria bem caso isso ocorresse então optou por resolver a situação por conta própria sem a ajuda de ninguém. A começar por passar uma noite junto ao cofre esperando para ver se o assaltante voltaria para lá, já que eles sempre voltam para a cena do crime depois de tê-lo cometido e então Josy esperou, esperou e esperou, até que quando estava quase despencando de sono lá, ela ouve um barulho vindo de fora da sala em que se encontrava junto ao cofre, ela por sua vez sai em disparada na direção do barulho, obviamente ela não consegue pegar o ladrão com essa corrida descontrolada, porém ele acaba por deixar cair algo em sua fuga, um bracelete, cheio de pedrinhas cor-de-rosa, o que faz Josy chegar a uma conclusão: o ladrão é uma mulher!

No dia seguinte de trabalho após ter encontrado o bracelete, Josy vai cumprimentar sua grande amiga e chefe de seu departamento Scheila.

— Bom dia Josy! Então, como fui sua caçada ao nosso criminoso na noite passada? —  perguntou curiosa pela resposta da amiga.

— Criminosa, você quis dizer, né? — corrigiu delicadamente

—  O que? Então quer dizer que a pessoa responsável por ter dobrado nosso trabalho e diminuído nosso salário é uma mulher? —  pergunta indignada, e recebe apenas uma balançada de cabeça de Josy afirmando o que acabou de dizer —  Bem, agora preciso voltar a trabalhar e tentar afastar esse pensamento chocante! Aliás, você por acaso teria viso minha pulseira de berloques? Eu não a vejo desde ontem e o último lugar que me lembro de tê-la visto foi aqui —  Scheila recebe apenas uma resposta negativa de Josy —  Até o horário de intervalo e não se esqueça da reunião mais tarde com o seu Ossinio! — diz se referindo ao CEO da empresa e já se afastando.

Assim que Scheila se afasta Josy fica pensativa, será que foi sua amiga Scheila? Mas por que ela faria isso? Claro que ela é sua amiga, mas nesse momento não se pode confiar em ninguém.

Uma semana se passa e Josy não correr de uma vez para cima da ladra misteriosa em todas as noites em que passou em claro ao lado do cofre, a cada noite, ela foi estudando o perfil da mulher. Descobriu já que é uma de porte atlético, pois conseguiu em uma noite levantar um grande peso que impedia a porta de uma das salas e entrou de forma fácil e rápida na sala, descobriu que ela também trabalha na empresa ou tem algum cúmplice que trabalha na empresa pois consegue abrir vários lugares de facilmente como quem tivesse o passe livre que todos os funcionários de lá tem, ainda descobriu que, além de vaidosa, a ladra não passa por necessidades financeiras, pois pesquisando mais afundo sobre o bracelete, descobriu que ele é lançamento em uma famosa marca de joias originais, que certamente não deve custar pouco, o que desponta curiodade então é: se essa ladra não precisa desse dinheiro, então por que ela o roubou?

Nessa mesma semana, Josy recebe uma ordem de seu chefe supremo, seu Ossinio, para que ela resolva o caso até as próximas 24 horas, caso contrario, ele encerraria com ela e levaria o caso para a policia independente do que eles fizessem. Josy ficou apreensiva sem saber o que fazer, até que sente seu ombro sendo tocado em forma de conforto por alguém, quando ela se vira, vê que lá estão quase todos os seus colegas de trabalho com sorrisos solidários e suas faces.

— Nós iremos te ajudar, Josy! Depois de tudo que fez por todos nós, te devemos essa. Nesse momento, Josy parecia que estava prestes a chorar, mas logo se recompôs.

— Então vamos logo, não temos tempo a perder! — anunciou e logo os juntou em um semi-circulo para então contar para eles como será o plano, quais serão os grupos e quem ficará encarregado de cada tarefa, uma grande noite estava por vir.

Tempo passado e todos foram para as suas casas para se prepararem para entrar em ação, Josy, no entanto, não pregou o olho por nenhum momento enquanto esperava os outros. Assim que retornaram, foram cada um direto para seus postos, estava tudo pronto para a chegada da ladra.

Horas se passaram e nada, Josy perguntava todo o tempo se alguém havia visto ou escutado algo diferente, após mais uma confirmação de todos da sua equipe que nada de diferente havia ocorrido, ela se permitiu dar um longo suspiro, e é nesse momento que a ladra decide ataca-la por trás, a imobilizando e deixando incapaz tanto de se defender quanto de atacar, porém em um momento de desleixo por parte da ladra, Josy consegue se desvencilhar dos braços da ladra, se pondo assim de frente e tendo visão apenas de uma mulher coberta de preto da cabeça aos pés, sendo impossível de identificar a não ser que se aproxime, e foi o que ocorreu em seguida, Josy avançou na ladra entrando em uma luta corpo-a-corpo. Após alguns momentos, ambas se sentem cansadas porém não se rendem, até que como se o céu tivesse ouvido as preces de Josy por ajuda, dois rapazes de sua equipe que se encontravam do lado de fora da sala em que as duas estão entram no cômodo e se apressam para tirar a mulher de cima de Josy, que sente um grande alívio assim que não sente mais o peso dela de cima de si, também empolgada em descobrir logo quem é a pessoa que vem tirando seu sono há muitos dias. Após enviar o recado a todos os outros da equipe por meio dos walkie-talkies e sem aguentar esperar mais a confirmação de mais ninguém, ela mesma arranca a máscara da pessoa e dá de cara com Scheila, sua melhor amiga.

—SCHEILA?! —questionam todos muito surpreendidos ao ver o rosto envergonhado da colega.

— Me desculpa gente, eu não fiz por mal —começou a falar, mas logo se pôs a chorar com um remorso nítido na face.

— Por que você fez isso? —pergunta Josy logo de uma vez..

—Fiz isso para chamar atenção do seu Ossinio, pensei que com algo dessa proporção ele finalmente reparasse em mim — respondeu ainda um pouco determinada.

—Espera, então quer dizer que você está apaixonada pelo Ossinio? — pergunta uma voz ao fundo .

— Não, nada disso! Fiz isso na intenção de chamar sua atenção para poder então notar o meu potencial como funcionária e talvez subir meu cargo. — explicou já mais calma.

— Mas como você imaginou que ele te notaria ROUBANDO o cofre de sua própria em presa? Pergunta Josy indignada por ter realmente desmascarado sua própria amiga.

— Eu ,obviamente, roubaria o cofre, deixaria um tempo passar até o estresse começar a perturbar os planos da empresa, para então “encontrar” o dinheiro e salvar todos da falência, Ossinio teria uma eterna gratidão a mim, até que você decidiu mudar meus planos e quis resolver o caso, todas essas noites eu vinha devolver o dinheiro, mas você sempre estava aqui, pronta me pegar e eu não podia deixar isso acontecer, ou então, você levaria o credito por tudo que eu fiz.

— Assim como você uma vez pegou meu texto que fiz para a propaganda da empresa e o enviou para Ossinio como se fosse seu? Bem, isso se chama plágio e é CRIME, assim como o que fez durante essas semanas e principalmente essa noite, você quase me matou!

— Me desculpa por isso, só não me deixa ir para a cadeia — implora Scheila se pondo

de joelhos.

— Infelizmente terei de fazer isso querida, alguém chama a policia para mim, por favor? Ainda tenho muito o que conversar com Scheila — anuncia Josy, com um tom mais serio quando se dirige a Scheila.

Passaram algumas horar e Scheila foi finalmente presa numa cadeia na qual levará muito tempo para sair de lá. Esse tempo todo em que a policia não chegava, Josy tentava tirar de Scheila onde ela havia colocado o dinheiro, o que foi algo bem facilo de recuperar. Dois dias depois Josy chega com um grande sorriso no rosto e um caminhão trazendo todo o precioso dinheiro da empresa de volta para seu devido lugar. Ossinio se sentindo tão grato e orgulhoso de sua funcionaria Josy resolveu dar-lhe uma merecida promoção e alguns dias de folga para poder finalmente repor todo o sono que perdeu durante esses dias, estes com certeza foram dias de luta e dias de glória para Josy, uma valente mulher.

 Aluna: E.K.V.G.9

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Empoderamento feminino

A ÁUREA NO MUNDO DOS HOMENS

Era uma vez, um pequeno mundo chamado Ônius, onde só habitavam seres masculinos adultos. Esse mundo era sombrio, cheio de monstros e dominado pela ignorância. Os homens eram concedidos pela terra, através do subsolo, se alguém se opusesse aos conceitos estéticos, morais e comportamentais dos homens, teria que ser banido.

Durante anos, muitos seres foram banidos para o espaço, só restaram 10 homens nesse mundo e a ignorância entre eles só crescia. Certo dia, após semanas sem novas vidas, a terra os presenteou com milhares de vidas, e pela primeira vez em milênios, surgiu um bebê. Todos em volta se assustaram, e acreditaram que essa criança poderia ser uma ameaça, então resolveram bani-lo. Mas no fundo da multidão, surgiu um ser jamais visto, com aparências humanas, cabelos longos e escuros, e olhos azuis iguais a água, a chamaram de Muller. Era um ser intrigante, despertou olhares de todos. Muller se dirigiu até a criança e a pegou em seus braços, todos se afastaram com medo. Ela olhou a multidão e entregou o bebê para Dum, o homem mais rancoroso de Ônius, ele era muito respeitado por todos e tomava as decisões importantes, o mesmo olhou no fundo dos olhos da criança, e com muito medo pegou ela em seu colo e assim, Muller sumiu em um piscar de olhos. Dum entendeu que a criança não era uma ameaça e que precisava dele, e assim decidiu levar a criança pra casa, mesmo sem saber do que a criança precisava. Ele a deu o nome de Marvin, e aos poucos, foi entendendo o sentimento de carinho que nunca tinha sentido. Marvin era diferente, assim como Miller ela tinha cabelos longos e escuros, mas ela não tinha olhos azuis como a água, sua pele era morena e em seu rosto tinham sardas, ela era uma menina adorável e não entendia tanta maldade do mundo de Ônius. Ao completar doze anos, Muller surgiu novamente para os homens e com os olhos brilhantes Marvin se aproximou, se sentindo feia e diminuída perto de tanta graciosidade e quando ela ia tocar no corpo que estava tão perto, a figura misteriosa sumiu.

Todos os habitantes julgavam ela por ser diferente de Muller, assim Marvin começou a sentir o que era a enorme maldade e ignorância que circulava pelo mundo e esses sentimentos ruins começaram a tomar conta dos seus pensamentos e ela começou a fazer coisas muito ruins para os homens. Ela queria liberdade e fugiu para um lugar bem distante onde pudesse voltar a sentir sentimentos bons. Por semanas, Dum procurou por Marvin e nunca a achou.

Durante esse período, Marvin conheceu Muller e ela lhe contou que a terra a mandou para ensinar o amor para os homens, ensinar que todos eram vulneráveis e principalmente, que o que existia de mais belo estava nas ações dela. Ela entendeu que a beleza física dela estava nos detalhes e que a sua aparência fazia dela única.

Após meses, ela decidiu voltar para Ônius e chegando lá encontrou seu pai em decadência, pessoas passando fome, a própria ganância destruiu eles. Ela reuniu todos e decidiu declarar uma nova espécie, Mulheres, em homenagem a Muller, e assim, a terra concedeu mais milhares de Mulheres diferentes para transformar o mundo em que viviam. Por fim, Muller tomou a forma física de humana e se juntou ao mundo que agora se chama Terra.

E.L.C. 9.A

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Empoderamento feminino

No campo: Pessoal

1. Você se sente bem consigo mesma? Por quê?

R- Sim, hoje me sinto porque ao longo dos anos consegui realizar alguns objetivos que tinha para minha vida, como uma profissão, uma família e uma estabilidade financeira.

2. Como você se enxerga como pessoa?

R- Uma pessoa que contribui para a sociedade com a minha forma de agir e pensar, atualmente como professora procuro levar as pessoas a terem um pensamento crítico sobre as principais questões sociais. Gosto de fazer a diferença no meio onde estou inserida.

3. Qualidades e defeitos?

R- Qualidades- Persistente, alegre e amigável.

Defeito: Apressada.

Familiar-

1. Já sofreu algum tipo de machismo em sua família?

R- Não

2. Já percebeu algum caso desses com alguma familiar?

R- Sim, com uma prima onde o marido a proibia de usar determinados tipos de roupas e frequentar alguns locais.

3. Contribui para o sustento de sua família? Como?

R- Sim, metade da renda da família.

4. O que você acha sobre sua família?

R- Não somos a família perfeita, mas temos muito amor entre nós, procuramos viver em paz respeitando os posicionamentos e opiniões de cada um.

Social-

1. Já sofreu algum tipo de discriminação em certos locais por ser mulher?

R- Sim, quando ainda não era formada em geografia que procurava empregos informais e a maior parte das vagas eram destinadas aos homens.

2. Já presenciou essa situação com outras pessoas?

R- Sim, já vi mulheres sendo discriminadas em seus locais de trabalho, em reuniões de família, em lojas e etc.

3. Se sente respeita pelas pessoas com quem convive socialmente?

R- Sim, me sinto muito respeitada porque apresento a elas um posicionamento contra a discriminação.

4. O que acha sobre a sociedade em relação a mulher?

R- A sociedade está aprendendo a respeitar as mulheres devido a algumas leis e os movimentos feministas que ajudam a um esclarecimento sobre essa causa, mas a sociedade principalmente no Brasil precisa evoluir no processo de respeitar ainda mais os direitos das mulheres.

Profissional-

1. Se sente respeitada em seu ambiente de trabalho?

R- Sim

2. Já passou por alguma situação de tratamento desigual em seu trabalho?

R- Individualmente nunca passei, somente no coletivo quando há discriminação das mulheres na fala de algumas pessoas no geral.

3. Já presenciou outra mulher passando por isso?

R- Sim, quando trabalhava em uma escola militarizada e algumas professoras eram discriminadas por não terem um posicionamento “firme” por serem mulheres.

4. O que acha de seu trabalho?

R- Gosto bastante do meu trabalho, sou realizada na minha profissão, acredito que desempenho um papel importante dentro da sociedade.

5. Há mais mulheres ou homens no trabalho? Algo influência isso?

R- Mulheres, a questão cultural no Brasil, pois antigamente as mulheres só podiam exercer algumas profissões, e ser professora era uma dessas opções.

A.N.9

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Era uma vez, uma jovem, cujo nome não posso citar… Ela vivia em um pequeno país rodeado de água no Golfo do México, chamado Cuba. Desde pequena,  sua família a educou para ser uma mulher independente, que buscasse sempre lutar por seus ideais. Para que, desta forma, não tivesse que passar, caso precisasse, pelo constrangimento de dependência alheia para manter seu sustento.

Sua mãe, que era bióloga, sempre lhe dizia: “Estude, minha filha. Estude muito, porque o estudo vai abrir muitas possibilidades para você no futuro, vai permitir que você seja o que quiser.” Ela sempre ouvia as sábias palavras de sua mãe, procurando ser boa nos estudos e buscar sabedoria cada vez mais. Quando cresceu, se formou em engenharia elétrica, que sempre havia sido seu sonho. Mas, será que isso bastou ou ela foi em busca de algo mais?  Claro que não ficou satisfeita! A jovem mulher saiu de seu país de origem deixando para trás o conforto de sua casa e, o mais dolorido, sua filha pequena, que nesse período, passou a viver com o pai. Embora já estivesse se divorciado há algum tempo; e foi para São Paulo depois de terminar seu mestrado.  No novo país, estudou mais, se aprimorou nos seus estudos,  ganhou o título de professora doutora. E para completar conheceu o grande amor de sua vida, e está casada com ele até hoje. Como fruto do amor dos dois (bastante tempo depois de se conhecerem, é claro!) , veio o fruto precioso desta união. Para ser mais exata… Eu nasci, a garota que está narrando esta história, que admira muito sua mãe e que, algum dia, espera ser como ela. Talvez até estude algo diferente, como medicina ou biologia, mas ainda assim, quero ter essa sede por conhecimento.

A.F.G

 

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O museu abandonado de Roraima

         O museu público integrado de Roraima (MIRR) hoje encontra-se fechado, localizado em Boa Vista RR . Foi inaugurado dia 13 de fevereiro de 1985, mantido pela fundação do Meio Ambiente, ciência e tecnologia do estado de Roraima (FEMACT), onde está instalado num edifício de 750 metros quadrados no Parque Anauá. O museu guarda grande parte do património de Roraima. A coleção é bastante variada contendo peças adquiridas por meio de coletas, aquisições, e também doações , enquadrando temas como geologia , botânica , zoologia , arqueologia , artes visuais e história. O museu foi criado no ano de 1984 durante o governo de Arídio Magalhães, porém sua inauguração ocorreu em 13 de fevereiro de 1985 em um prédio localizado no Parque Anauá. O MIRR conserva Acervo de ciências naturais (geologia , botânica , zoologia) Possui diversas coleções científicas incluindo herbário , insetário , carpoteca , xiloteca , coleção de répteis e peixes. Infelizmente o museu está fechado desde 2011, todo o acervo está guardado
em prédios públicos .Porém dia 26 de novembro de 2019 o museu foi reaberto até dia 20 de dezembro.Seria interessante se o museu de Roraima voltasse a atividade mais não se tem previsão de quando isso irá acontecer.

Texto com base em:
https://folhabv.com.br/noticia/Unico-museu-de-Roraima-esta-abandonado-ha-quase-5-anos/28532

Rebeca Souza Correa. 8 ano B

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Museu do amanhã

O Museu do Amanhã é um museu diferente dos comuns. Um ambiente de ideias, explorações e perguntas sobre a época de grandes mudanças em que vivemos e os diferentes caminhos que se abrem para o futuro.Antes de mais nada, o Museu do Amanhã funciona como um monumento. É o ponto focal da nova Praça Mauá, que passou décadas escondida atrás do viaduto da Perimetral, demolido em abril de 2014.

Um dos objetivos da construção do museu foi fortalecer a identidade cultural e internacional da cidade do Rio de Janeiro. A cidade do Cristo Redentor sempre foi muito conhecida pelas suas praias e eventos, como o carnaval, mas havia a necessidade do fortalecimento da para diplomacia cultural. 

Ao entrar neste museu, uma das primeiras, e principais é o Cosmos. Nesse pavilhão, um grupo de visitantes é formado para entrar em um domo revestido com painéis de reprodução de vídeo, onde eles assistem a uma obra de cerca de 8 minutos, em 360 graus, realizada por uma produtora brasileira. O filme traça uma narrativa sobre a formação do universo e da vida na terra com sobreposições de animações digitais e imagens captadas em câmera que causam grande impacto sensorial ao público. O vídeo é transmitido conjuntamente a um texto narrado em português, sem legenda, para que não seja desviada a atenção do visitante. 

O Museu do Amanhã traz  uma narrativa sobre como poderemos viver e moldar os próximos anos. Uma jornada rumo a futuros possíveis, a partir de grandes perguntas que os grandes pensadores sempre fizeram. De onde viemos? Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Como queremos ir?

Luciano Júnior, 8º B

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